Quotes, Shares

The very fact that I am writing this book may well, from the perspective of history, be at least in part traceable to the phenomenal energy, ability, and courage of Luther, Calvin, and other Reformers–figures who inspired and achieved the monumentally important task of bringing Scripture back into the centre of Christianity and its witness to the world. Their emphasis on the glory and sovereignty of God, and their insistence on constantly going back to the biblical text–taking great pains to explain it clearly and only accepting what was consistent with it–form a model to which many of us lesser mortals rightly aspire. Following that lead has been a great inspiration to many Christians today, myself included, who long for more solidity, more intellectual depth, more maturity in the expression of their Christian faith, more sense of God’s holiness and more concern for God’s reputation than is to be found in some of the frothy, insubstantial attempts to make the Christian faith more attractive to the outside world.

John Lennox – Determined to Believe?
Quotes, Shares

The why

the Bible is not the “why” of Christian faith; it is the “what.” The “why” of the Christian faith is the life, death, and resurrection of Jesus

No God but one – Nabeel Qureshi
Links, Shares

The Empirical Metamathematics of Euclid and Beyond

Euclid’s Elements is an impressive achievement. Written in Greek around 300 BC (though presumably including many earlier results), the Elements in effect defined the way formal mathematics is done for more than two thousand years. The basic idea is to start from certain axioms that are assumed to be true, then—without any further “input from outside”—use purely deductive methods to establish a collection of theorems.

Euclid effectively had 10 axioms (5 “postulates” and 5 “common notions”), like “one can draw a straight line from any point to any other point”, or “things which equal the same thing are also equal to one another”. (One of his axioms was his fifth postulate—that parallel lines never meet—which might seem obvious, but which actually turns out not to be true for physical curved space in our universe.)

On the basis of his axioms, Euclid then gave 465 theorems.

The Empirical Metamathematics of Euclid and Beyond

Now I wish I could read greek…

Quotes, Shares, Videos

O inconseguimento

O meu medo, eu formulá-lo-ia de modo abstracto, é o do inconseguimento. O inconseguimento de eu estar num centro de decisão fundamental, a que possa corresponder uma espécie de nível social frustracional derivado da crise. Mas também tenho medo que a crise não permita até, eu diria, espaços de energia pra ser mais criativa. Há sempre esse medo. É também o do não conseguimento. E tenho medo dum não conseguimento ainda mais perverso: o da europa também se sentir pouco conseguida e de ela não projectar para o mundo o seu soft power sagrado, a sua mística dos direitos, a sua religião civil da dignidade humana. Tenho medo do egoísmo. Tenho medo do egoísmo que nos deixa de certo modo castrados em termos pessoais e que nos deixa castrados em termos colectivos. Que não permita aquilo que os franceses chama réussir, o conseguimento, o conseguimento pessoal e colectivo. Tenho medo do não conseguimento.

Quotes, Shares

makintosh

O Capitão John (extraordinário homem!) tirou o traje, sacudiu-o, meteu o monóculo e os dentes postiços dentro do bolso das calças, dobrou tudo cuidadosamente, guardou tudo ao abrigo do orvalho debaixo do seu makintosh, alisou o cabelo, tomou um bochecho de água, e estirou-se de lado para dormir com correção e conforto. O barão e eu, depois de contemplar, rindo, estes requintes, embrulhamo-nos simplesmente num cobertor; e daí a pouco envolvia-nos aquele sono profundo, absoluto, sem sonhos, sem movimentos, que é a recompensa e a consolação de quem moureja por estas terras negras.

Excerto d’As Minas do Rei Salomão, tradução de Eça de Queiroz

O que andei para saber o que era um makintosh…

Quotes, Shares

I can relate…

Estamos todos habituados a considerar-nos como primordialmente realidades mentais, e aos outros como directamente realidades físicas, para efeitos nos olhos dos outros; vagamente consideramos os outros como realidades mentais, mas só no amor ou no conflito tomamos verdadeira consciência de que os outros têm sobretudo alma, como nós para nós.
Perco-me, por isso, às vezes, numa imaginação fútil de que espécie de gente serei para os que me vêem, como é a minha voz, que tipo de figura deixo escrita na memória involuntária dos outros, de que maneira os meus gestos, as minhas palavras, a minha vida aparente, se gravam nas retinas da interpretação alheia.

Fernando Pessoa n’O Livro do Desassossego
Quotes, Shares

Os Mestres

Desconfio dos mestres que o não podem ser primários. São para mim como aqueles poetas estranhos que são incapazes de escrever como os outros. Aceito que sejam estranhos; gostara, porém, que me provassem que o são por superioridade ao normal e não por impotência dele.Dizem que há grandes matemáticos que erram adições simples; mas aqui a comparação não é com errar, mas com desconhecer. Aceito que um grande matemático some dois e dois para dar cinco: é um acto de distracção, e a todos nós pode suceder. O que não aceito é que não saiba o que é somar, ou como se soma

Fernando Pessoa n’O Livro do Desassossego
Quotes, Shares

France is Bacon

When I was young my father said to me:

“Knowledge is Power….Francis Bacon”

I understood it as “Knowledge is power, France is Bacon”.

For more than a decade I wondered over the meaning of the second part and what was the surreal linkage between the two? If I said the quote to someone, “Knowledge is power, France is Bacon” they nodded knowingly. Or someone might say, “Knowledge is power” and I’d finish the quote “France is Bacon” and they wouldn’t look at me like I’d said something very odd but thoughtfully agree. I did ask a teacher what did “Knowledge is power, France is bacon” mean and got a full 10 minute explanation of the Knowledge is power bit but nothing on “France is bacon”. When I prompted further explanation by saying “France is Bacon?” in a questioning tone I just got a “yes”. at 12 I didn’t have the confidence to press it further. I just accepted it as something I’d never understand.

It wasn’t until years later I saw it written down that the penny dropped.

Seen HERE